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Escritórios contábeis

Não é mais um sistema.
É mais um funcionário.

Um agente contábil preenche os books de conciliação. Um analista fiscal faz as apurações do mês. Os dois executam o procedimento do seu escritório — aprendido com a sua equipe — e entregam tudo para revisão, nunca direto.

Os cargos

Cada agente tem uma função definida, como num organograma. Todos trabalham sobre os sistemas que o escritório já usa.

01

Agente contábil

Preenche os books de conciliação.

  • Percorre o razão conta a conta e separa o que bate do que diverge
  • Preenche o book com o saldo da fonte, o do razão e a diferença ao lado
  • Casa o extrato com o razão e propõe a baixa do que já foi pago
  • Entrega as divergências apontadas — seu analista revisa e fecha o mês
02

Analista fiscal

Realiza as apurações fiscais do mês.

  • Apura PIS e COFINS a partir do movimento do mês
  • Confere os créditos contábeis e os impostos retidos nas notas
  • Deixa a apuração conferida, pronta para a entrega da EFD-Reinf
03

Agente de contas a pagar

Abre a solicitação de pagamento no ERP.

  • Varre a pasta na rede, o Portal Nacional da NFS-e e o Telegram
  • Abre a solicitação já preenchida, com rateio e centro de custo
  • Nada é gravado no ERP sem alguém da equipe aprovar antes
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O trabalho pronto, todo dia.

Seus analistas abrem o portal e encontram o que os agentes prepararam durante a noite — cada entrega assinada por quem fez.

A Mesa do portal da Prajá com o bloco "Sua equipe": três agentes — Apê, analista de contas a pagar, em turno agora; Concí, conciliadora contábil, último turno às 06:20; Físca, analista fiscal, próximo turno 05/09 às 07:00.Bloco "Sua mesa" do portal: a agente Concí, conciliadora contábil, entrega o book de julho com 58 contas conferidas e 3 divergentes; ao lado, o botão decidir.Detalhe de uma proposta na fila de aprovação: fornecedor, valor, conta contábil, centro de custo e o bloco "Por que foi classificado assim", com os botões aprovar e enviar, corrigir classificação e rejeitar.Painel de contas da conciliação contábil no portal: a conta de adiantamento a fornecedores aberta, mostrando os lançamentos que compõem o saldo e a linha divergente sem contrapartida no razão.Cartão de proposta devolvida na Mesa: o agente Apê registra “você me devolveu esta proposta” com o motivo — o centro de custo é 2AUD, não 1ADM — e o botão corrigir.
Sua equipe de agentes entra em turnoCada agente tem nome, cargo e horário. Ninguém precisa acionar nada: o que chega de madrugada amanhece pronto.
O agente assina o que preparouCada item da sua mesa vem com o rosto de quem fez e a frase do que foi feito — “fechei o book de julho: 58 contas conferidas, 3 divergem”.
Nada vai ao ERP sem uma pessoa aprovarA fila mostra o que o agente propôs e por que classificou assim. Sua equipe aprova, corrige ou devolve — a gravação só acontece depois disso.
O book de conciliação chega preenchidoConta a conta, com o saldo da fonte, o do razão e a diferença sempre à mostra — e, dentro de cada conta, de que o saldo é feito.
Você corrige uma vez. Ele aprende.A proposta devolvida volta com o motivo escrito. A correção do seu analista vira regra para o mês seguinte.

As telas são as do portal, com dados de demonstração — nenhum cliente aparece aqui.

Ele faz do jeito que você ensinar.

Nenhum escritório classifica igual ao outro, e o agente não chega com um procedimento pronto na mala. Ele entra como entra um analista novo — aprendendo o seu.

  1. 01 · Você ensina

    O procedimento é o do seu escritório, não um padrão de fábrica. A calibração é feita contra um mês que a sua equipe já fechou: o agente só ganha rotina depois de bater com o gabarito.

  2. 02 · Ele acompanha

    O agente trabalha ao lado dos seus analistas: prepara, assina o que fez e deixa na mesa deles com o porquê de cada número. Quem decide continua sendo gente.

  3. 03 · Você corrige

    Devolveu uma proposta com o motivo escrito? A correção vira regra para o mês seguinte. É a mesma curva de um assistente novo — só que ela não se perde quando alguém sai.

E o gargalo do escritório nunca é um cliente: é o mesmo trabalho repetido cem vezes, no prazo. O agente executa o procedimento igual em cada empresa da carteira — o que muda de um cliente para o outro é configuração, não código.

Perguntas frequentes

O agente substitui alguém da minha equipe?

Ele muda o trabalho da equipe, não o tamanho dela. Quem hoje passa o mês digitando conciliação e apuração passa a revisar o que o agente preparou — e revisão exige exatamente o olho técnico que o escritório já tem. O agente não assina, não decide e não entrega nada sozinho.

Como ele aprende o jeito do meu escritório?

Ensinando, como se ensina um analista novo: a configuração de cada cliente é sua — alíquotas, plano de contas, regras de crédito e classificação —, e a calibração é feita contra um mês que a sua equipe já fechou. Quando ele erra, o seu analista devolve com o motivo escrito, e essa correção passa a valer no mês seguinte.

Como o agente acessa os sistemas dos meus clientes?

Com os acessos que o escritório já tem: por API quando o sistema oferece e pela própria tela quando não oferece. Cada cliente é uma empresa separada no portal, com as suas credenciais e a sua trilha de auditoria. Nada é gravado nem entregue sem uma pessoa aprovar.

Dá conta de uma carteira de 100 clientes?

O portal foi desenhado para carteira: cada cliente é uma empresa separada, e todos rodam o mesmo procedimento com a configuração de cada um. Por isso a implantação é por ondas — cada empresa entra calibrada contra um mês que a equipe já fechou, e só ganha rotina automática depois de bater com o gabarito.

E quando o agente erra?

O erro aparece na fila de revisão, não na obrigação entregue. Todo trabalho do agente passa pela equipe antes de valer — com uma diferença em relação a um assistente humano: o agente registra o porquê de cada número, e a correção vira regra para o mês seguinte.

Quanto tempo sua operação perde por mês?

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